offensive division
Adversary Engine

ARES

Segurança digital não cabe mais no mesmo modelo.

Vultus ARES atua como um adversário autônomo sobre a sua superfície digital. Ele monta cadeias de ataque, testa caminhos reais e entrega evidência técnica, não mais uma fila de alertas para alguém separar depois.

Cenário

O pentest tradicional pode chegar tarde para uma superfície que muda todo dia.

Pentest pontual continua importante quando o trabalho exige profundidade, criatividade e contexto. O problema é o intervalo entre um ciclo e outro. Em superfícies digitais vivas, falta uma camada recorrente para checar o que ficou explorável no meio do caminho.

Problema

Seu pentest pode nascer atrasado antes mesmo de começar.

São modelos diferentes. Um aprofunda, o outro mantém pressão constante.

Modelo tradicional

Pentest pontual

  • Fotografia de um momento específico
  • Escopo fechado antes da execução
  • Profundidade concentrada no analista
  • Normalmente uma ou duas vezes por ano
  • Dependência forte de agenda
  • Ritmo limitado pela capacidade humana disponível
  • Visibilidade presa ao recorte contratado
Camada contínua

ARES by Vultus

  • Validação ofensiva em ritmo contínuo
  • Autonomia operando dentro de guardrails
  • Evidência técnica junto de cada achado
  • Prioridade definida pelo que dá para explorar
  • Cobertura entre os ciclos de pentest
  • IA e automação com revisão de especialistas
  • Mais hipóteses testadas, com menos espera

Scanner levanta suspeitas.
ARES mostra o que vira risco.

O que é ARES

ARES se comporta como adversário. Não como scanner.

Ele olha para a superfície com intenção ofensiva. Levanta hipóteses, testa caminhos, confirma o que pode ser explorado, registra evidências e separa o que merece atenção do time.

step 01

RECON

Mapeia a superfície e filtra os sinais que importam.

step 02

ACCESS

Testa, com controle, possíveis caminhos de entrada.

step 03

VALIDATE

Confirma exploração com evidência técnica.

step 04

EVIDENCE

Registra achados, passos e contexto.

step 05

PRIORITIZE

Ajuda o time a corrigir pelo risco que pesa no negócio.

Console

Veja ARES trabalhando em uma superfície digital.

O console mostra alvo, objetivo, achados por severidade, mapa da superfície e atividade do agente. O foco é o que foi validado, com evidência técnica.

Operação ativa Alvo · app.acme-fintech.com Tempo · 00:57:10 65%
2Critical 2High 2Medium 2Low 1Info
Critical Injeção de SQL no relatório de transações
Critical É possível entrar como administrador sem senha
High Cliente vê extratos de outros clientes
Medium Conteúdo malicioso salvo no perfil
Mapa do alvo
app.acme-fintech.com
  ├ /login
  ├ /app/profile
  ├ /api/v2/reports
  ├ /api/admin
  └ /api/integrations/webhook-test
Atividade do agente
recon · mapeando a superfície do alvo
análise · inspecionando autenticação e sessão
SQL Injection confirmado · CRITICAL
exploração · validando cadeia de escalada
interface ilustrativa · ambiente de demonstração · dados simulados, payloads mascarados, sem conteúdo ofensivo executável
Números

Quando o teste roda com mais frequência, o risco aparece antes.

Em ambientes controlados, ARES reduziu o tempo entre a descoberta e a validação ofensiva. IA e automação fazem parte do processo, mas a revisão humana continua ali para separar ruído de risco explorável.

média observada em ambientes controlados

metric · 01
≈3h30
de execução total
metric · 02
≈1min47s
para o primeiro achado relevante
metric · 03
≈92%
dos achados relevantes não apareceram no scan tradicional
metric · 04
≈60h
horas técnicas estimadas poupadas

dados de testes controlados conduzidos pela Vultus

Autoridade

Criado por quem faz segurança ofensiva em ambientes críticos.

ARES vem da prática da Vultus em Pentest, Red Team e validação ofensiva em ambientes críticos no Brasil. Não é uma automação genérica vendida como segurança. É experiência ofensiva acumulada, colocada para operar com escala, controle e revisão especializada.

pillar · 01

Inteligência ofensiva feita no Brasil

pillar · 02

Vivência real em Pentest e Red Team

pillar · 03

Olhar de atacante, leitura para decisão

pillar · 04

Evidência técnica em vez de volume de alertas

pillar · 05

Guardrails, rastreabilidade e escopo claro

ISG Provider Lens · 2025

Vultus reconhecida como líder

A avaliação global da ISG colocou a Vultus no quadrante de liderança em cibersegurança.

Risco cibernético não precisa ficar no campo da hipótese. Ele pode ser validado por evidências.

Na mídia

Validação ofensiva também aparece fora do discurso.

Alguns trabalhos públicos ajudam a mostrar como empresas estão usando testes ofensivos para ganhar velocidade na correção de falhas.

Governança

Autonomia precisa de controle.

ARES amplia a capacidade ofensiva entre ciclos tradicionais. Ele não substitui o especialista humano. O que muda é a escala, a frequência e a velocidade, enquanto o time da Vultus mantém contexto, validação e direção técnica.

policy · 01 ▣

Escopo aprovado

Execução apenas em superfícies autorizadas.

policy · 02 ▣

Guardrails

Autonomia com limites combinados antes.

policy · 03 ▣

Rastreabilidade

Registro das hipóteses, evidências e decisões.

policy · 04 ▣

Human-in-the-loop

Especialistas revisam e aprofundam quando faz sentido.

policy · 05 ▣

Leitura executiva

Achados traduzidos em impacto e prioridade.

policy · 06 ▣

Evolução contínua

Medição recorrente da exposição e do risco reduzido.

Segurança ofensiva fica mais forte no modelo híbrido: máquina para ganhar escala, especialistas para dar profundidade.

FAQ

Dúvidas que aparecem na primeira conversa.

01 ARES substitui o pentest?
Não. O pentest manual continua sendo necessário quando a análise exige profundidade, criatividade e contexto. ARES entra no intervalo entre esses ciclos, mantendo validações ofensivas rodando com mais frequência. Na prática, o melhor desenho costuma ser híbrido: máquina para escalar, humano para decidir onde aprofundar.
02 ARES é um scanner?
Não. Um scanner sinaliza possibilidade. ARES tenta confirmar o risco. Ele levanta hipóteses ofensivas, valida explorabilidade e entrega evidência técnica do que realmente merece atenção.
03 É seguro rodar uma demo?
Sim. A operação roda dentro de escopo aprovado, com guardrails ativos. A profundidade é combinada antes, ações destrutivas ficam fora por padrão e o time da Vultus acompanha a execução. Hipóteses e evidências ficam registradas.
04 Qual o melhor caso de uso?
Superfícies digitais dinâmicas: APIs públicas, plataformas multi-tenant e sistemas críticos com deploy frequente. ARES faz mais sentido quando a janela entre auditorias deixa risco demais sem validação.
05 O que a demo entrega?
Uma operação ofensiva controlada no seu ambiente, com escopo aprovado e leitura executiva por achado. A entrega inclui evidência técnica, rastreabilidade, priorização por risco ao negócio e recomendações da Vultus.
Acesso

Valide sua superfície com ofensiva real.

A demo é voltada para empresas selecionadas. O objetivo é ver ARES operando sobre um escopo aprovado, com acompanhamento da Vultus.

  • Escopo aprovado antes da execução
  • Guardrails ativos durante a operação
  • Evidência técnica por achado
  • Rastreabilidade para revisão posterior

Risco não se presume. Se comprova.
Antes de virar incidente, coloque ARES para testar.

ares.intake · v1.0 awaiting input
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